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#parteiras tradicionais

Justiça Reprodutiva com Benta Martins [ep.39]

Uma viagem de barco Floresta Amazônica adentro para entrevistar uma parteira de 71 anos; como mulheres indígenas e ribeirinhas lidam com o parto e com a interrupção de uma gravidez?

Joana Suarez e Raquel Baster, da Rádio Guarda-Chuva
#parteiras tradicionais27 de set. de 232 min de leitura
Joana Suarez e Raquel Baster, da Rádio Guarda-Chuva27 de set. de 232 min de leitura

Nesse segundo episódio da temporada do Cirandeiras sobre Justiça Reprodutiva conversamos com parteiras amazônidas.

Benta Martins Carvalho, ou dona Benta, é parteira há mais de 50 anos, e relembra em meio à risadas como foi o primeiro parto que realizou e fala orgulhosa sobre o ofício que percorreu gerações na sua família. Atualmente, já são mais de 100 partos. Dois foram partos de seus próprios filhos.

Fomos até o Amazonas para dialogar também sobre outros direitos reprodutivos. A Pesquisa Nacional de Aborto de 2021 mostra que uma em cada sete mulheres, com idade próxima aos 40 anos, já fez pelo menos um aborto no Brasil. O levantamento ouviu 2 mil mulheres em 125 municípios. No entanto, essa pesquisa concentra suas análises sobre as áreas urbanas e de mulheres alfabetizadas.

A opção aqui foi jogar luz sobre outras realidades, trazemos o cenário ribeirinho e amazônico do país, onde mulheres negras e indígenas também se deparam com momentos em que a gravidez se interrompe.

Como as parteiras tradicionais da região Norte elaboram essas vivências e o que elas pensam sobre Justiça Reprodutiva?

Viajamos de barco até a floresta amazônica, onde os rios demarcam e conduzem as formas de atuação.

Apoio: Edital Futuro do Cuidado

Produção, roteiro e apresentação: Joana Suarez e Raquel Baster

Apoio reportagem: Maria Mercês Bezerra

Edição de som: Fernanda Carvalho

Divulgação: Ana Clara Pecis

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